Relator acata recurso, desembargador pede vistas e ação do clã Roriz é suspensa
Publicado
em
Um pedido de vistas suspendeu nesta quarta, 13, no Tribunal de Justiça, o julgamento dos recursos de apelação interpostos pelo ex-governador Joaquim Roriz e seus familiares condenados em 1ª Instância pela prática de ato de improbidade administrativa.
Durante a sessão de julgamento, o relator proferiu voto dando provimento aos recursos e julgando improcedentes os pedidos feitos pelo MPDFT.
O desembargador, ao concluir seu voto, registrou: “Não restou, a meu sentido, comprovado que a vantagem indevida tenha ocorrido no âmbito do financiamento imobiliário pactuado com o BRB (…). Assim, não há nos autos narrativa de fatos ou provas capazes de indicar em que efetivamente constituiu a vantagem indevida, obtida pela construtora WR Engenharia no financiamento imobiliário em comento, de modo a ensejar o pagamento da referida propina. Frente a essas razões, dou provimento às apelações interpostas pelos réus para reformar a sentença e julgar improcedentes os pedidos da inicial (…)”.
O segundo julgador pediu vista do processo para melhor análise da questão, até mesmo porque ingressou na composição da Turma recentemente e não teve tempo hábil para ter acesso aos autos.
