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Segura o ego

Servidor, entre o cargo que tem e a própria consciência

Publicado

Autor/Imagem:
Marcelo Yarid Enriquez - Texto e Imagem

O ego no serviço público pode parecer um tema subjetivo, mas seus efeitos são bem concretos, e muitas vezes, prejudiciais. Promover uma cultura de humildade, empatia e colaboração é essencial para reduzir os impactos negativos que o ego pode gerar nas relações interpessoais e institucionais.

Lidar com o ego é desafiador. O servidor público precisa ter como base a compreensão de que seu cargo existe para servir à população, não para inflar vaidades. Quando essa noção se perde, surgem conflitos com colegas, dificuldades no trato com os usuários e decisões enviesadas pelo autoritarismo ou pela vaidade. É aí que o interesse pessoal começa a sobrepor o interesse público.

Para evitar isso, é necessário desenvolver habilidades que mantenham o ego sob controle, e que, de preferência, o mantenham fora da gestão. Empatia, escuta ativa, comunicação clara e respeitosa, abertura a feedbacks e trabalho em equipe são ferramentas que aproximam o servidor do cidadão e da missão real do serviço público.

Quando essas virtudes são cultivadas, o foco volta a ser o que nunca deveria ter deixado de ser, o usuário do serviço. O servidor passa a se reconhecer como parte de um todo, consciente de suas emoções, limitações e responsabilidades. Desenvolve autoconhecimento, que, no fim das contas, é a melhor forma de blindar o cargo contra os excessos da vaidade.

“Líderes que demonstram humildade e abertura ao aprendizado podem inspirar seus times a fazerem o mesmo.”

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